Hipertensão Arterial

Diagnóstico, estratificação de risco e tratamento da HAS com base nas diretrizes atuais.

Visão geral

A hipertensão arterial sistêmica é o principal fator de risco cardiovascular modificável no mundo. O controle pressórico reduz desfechos duros: AVC, IAM, IC e mortalidade.

Fisiopatologia

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Classificação

CategoriaPAS (mmHg)PAD (mmHg)
Ótima< 120< 80
Normal120–12980–84
Pré-hipertensão130–13985–89
Estágio 1140–15990–99
Estágio 2160–179100–109
Estágio 3≥ 180≥ 110

Quadro clínico

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Diagnóstico

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Tratamento

  • Mudança de estilo de vida em todos: dieta DASH, restrição de sódio (<2 g/dia), atividade física regular, perda de peso, redução de álcool.
  • Início de terapia farmacológica: estágio 1 com alto risco ou ≥ estágio 2 (combinação dupla preferencial).
  • Primeira linha: IECA/BRA + bloqueador de canal de cálcio ou diurético tiazídico.
  • Meta geral: < 130/80 mmHg na maioria dos pacientes (individualizar em idosos frágeis).
Recomendações baseadas em evidência
  • ClasseI
    NívelA

    Iniciar tratamento com combinação dupla em dose fixa em HAS estágio 2.

  • ClasseI
    NívelA

    Meta < 130/80 mmHg em pacientes de alto risco cardiovascular.

Pérolas para provas e residência

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Diretrizes e referências

  • Barroso WKS et al. Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial – 2020.
  • Mancia G et al. 2023 ESH Guidelines for the management of arterial hypertension.